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10月11日 Escolha CertaÉ uma satisfação saber que os candidatos em quem decidimos votar são eleitos. Prova que além de nós, outros compartilham a mesma crença de que este candidato tem os requisitos necessários para nos representar no poder público. Há também aqueles que conseguem se eleger através de uma ação coordenada da mídia, setores inteiros da sociedade e dinheiro, muito dinheiro. Um exemplo clássico desta estratégia na política moderna foi a eleição do Collor, até então um político desconhecido de Alagoas que foi a solução encontrada pela situação para fazer frente a oposição. Acabou ganhando, mas sem sustentação no Congresso e com uma estrutura contaminada que lembrava muito o escândalo do PT do mensalão, acabou sofrendo o impeachment. Há ainda aqueles que se beneficiam da legenda partidária através da qual disputam o cargo. Esse é um assunto cabeludo, envolve nossa antiquada lei eleitoral, remendada por anos de decretos que permite que os cargos sejam definidos mais pelo peso do partido do que pela escolha dos eleitores. Sobre legendas e voto distrital, qualquer hora dessas escrevo minha opinião. Não dá para ser isento sem compreender bem os modelos e possibilidades praticadas por outros países. Seja por escolha direta dos eleitores seja pelo benefício da legenda, existe uma terceira categoria de candidatos que surpreendem ao demonstrar compromisso com o interesse coletivo e que conseguem desenvolver um trabalho competente para a cidade. Acredito que esse seja o caso de nosso amigo que, daqui do espaço, ajudamos a eleger. Fiz a escolha certa e acredito que ele continuará a fazer um trabalho importante por Curitiba, justamente agora onde o modelo urbanístico da cidade está dando sinais de saturação. Segue a carta que recebi confirmando sua vitória. Acredito que colaborei para três coisas necessárias na política do país: renovação, experiência e comprometimento social. Parabéns Omar Sabbag Filho pelo merecido reconhecimento. Parabéns Curitiba por eleger alguém com essas qualidades.
Com 5.498 votos, elegemos o Omar nosso representante na Câmara! Votação expressiva para quem nunca havia disputado uma eleição. Conquistar uma das 38 vagas em uma cidade com 2 milhões de habitantes não é fácil. Disputar essa vaga com 797 candidatos, muitos deles experientes políticos, também não. Curitiba é uma cidade com tradição na escolha de bons candidatos e desta vez não foi diferente. Em uma votação histórica elegemos o Beto Richa com 77% dos 94% de votos válidos. Para completar, promovemos a renovação de 50% da Câmara (14 não se reelegeram e 5 não disputaram). Mas renovação sem critério, não muda nada. É preciso conhecer as demandas de Curitiba e saber como implementar as melhorias. Este é o diferencial que o Omar possui e que fará toda a diferença na condução dos trabalhos na Câmara. Durante esses meses de campanha ouvimos muitas histórias e percebemos o interesse das pessoas. Foram vários comentários sobre a cidade e centenas de mensagens de apoio à campanha. As mais emocionantes foram as demonstrações de carinho e respeito de nossos amigos e dos mais velhos que ainda hoje guardam na memória lembranças da gestão de meu pai. Esse reconhecimento é gratificante e indica que estamos no caminho certo. Muito obrigado. Até o fim do ano o trabalho será o de formatar as propostas que nasceram em 2008 e que serão levadas a Câmara a partir de 2009. Portanto, reitero o convite que fiz no início da campanha para que participem trazendo suas idéias. É a chance para fazermos a diferença em Curitiba. Agradeço mais uma vez o apoio, a confiança e as demonstrações de carinho que recebi de todos vocês. Valeu pessoal! 10月3日 E se o voto não fosse obrigatório?Este é o quarto e último artigo sobre as eleições e considera qual seria o comportamento do eleitor brasileiro caso o voto deixasse de ser obrigatório. Foi publicado na edição de abril de 2002 da Superinteressante e faz parte de minha biblioteca de artigos. Como sou partidário do livre pensar sobre todo tipo de imposição que acaba se tornando hábito, fica aqui minha sugestão para que o eleitor reflita durante esses dias de eleições. Boa leitura, boas considerações acerca do tema e boa votação dia 5 de outubro. Encerra-se aqui minha participação para o pleito de 2008. Em 2010, volto a comentar o assunto. E se... o voto não fosse obrigatório?
A tentação é grande... Seus amigos querem saber o que você vai fazer no feriado, as agências de viagem anunciam pacotes para a data. E você pensa que, em pleno calor de 15 de novembro (ou de 5 de outubro), um dia livre é mesmo um convite ao lazer. Afinal, com o fim do voto obrigatório, essas datas viraram simples feriados. Mas não é que, justo agora que acabou a obrigação de votar, a eleição parece mais interessante? Os temas da campanha são bem mais palpáveis, os problemas discutidos pelos candidatos se assemelham aos seus e tem até gente acenando com uma solução! “Será que eles, finalmente, descobriram que eu existo?”, você pensa. Chega o dia da eleição. E, de repente, você está com o título de eleitor na mão, votando! Utopia? Coisa de país desenvolvido? Nem tanto. “O voto voluntário torna o eleitor bem mais seletivo”, afirma o especialista em marketing eleitoral Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (Abcop). “Para convencer o brasileiro a ir às urnas, os programas eleitorais teriam de ser educativos, mostrar as diferenças entre os trabalhos do Executivo e do Legislativo e explicar a importância do voto.” Tudo isso, no entanto, não evitaria a redução do número de votantes. Nos países onde o voto é voluntário, como os Estados Unidos, só votam 30% a 40% dos eleitores. Aqui, é provável que, a princípio, o comparecimento continuasse alto, devido ao hábito. “As abstenções ficariam por conta de quem normalmente deixa de votar e dos que votariam em branco ou nulo”, diz o cientista político Rogério Schmitt, professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Aos poucos, porém, a abstenção aumentaria. OK, mas isso faria alguma diferença? A longo prazo, sim. Segundo simulações realizadas com pesquisas de opinião, os partidos de esquerda, que têm mais militância política e para quem seria esperada uma vantagem, na verdade perderiam espaço para os políticos mais conservadores, que já dispõem de um eleitorado cativo. Pelo menos a princípio. Sim, porque arrebanhar os eleitores novos, desobrigados do voto, seria bem mais difícil. O voto facultativo não acabaria com a compra de votos, um mau hábito comum em alguns Estados. Mas pelo menos encareceria a fraude. Afinal, é bem mais fácil convencer alguém que já está na boca da urna a votar em Fulano do que demovê-lo do futebol ou da cerveja só para digitar um número na urna eletrônica. E há, de fato, muita gente que escolhe o candidato na última hora e só vota porque é obrigado. Segundo uma pesquisa da Abcop, nas eleições para cargos executivos, 15% dos eleitores definem seu voto na boca da urna. Para cargos legislativos, a indefinição é pior: 45% saem de casa para votar sem saber em quem. “Esses eleitores talvez nem saíssem de casa para ir às urnas”, diz Manhanelli. Com tanta competitividade, os candidatos – os astros das eleições de hoje – não sobreviveriam individualmente. Resultado: os partidos roubariam a cena. “O eleitor brasileiro sempre votou em indivíduos, não em partidos”, afirma Rogério Schmitt. Com o voto facultativo, a longo prazo a escolha seria mais centrada nas legendas e em suas propostas de governo. Candidatos desconhecidos, que surgem do nada a bordo de uma legenda de aluguel e que abusam das propostas mirabolantes, teriam cada vez menos espaço. Enfim, as mudanças seriam grandes. Mas, se, apesar delas, nenhum candidato despertasse seu interesse, tudo bem: sempre restaria a opção de pegar o carro e ir à praia, sem dor de cabeça. 10月1日 Como votar bemEste é o terceiro artigo sobre as eleições e fala, de forma sucinta, sobre as características essenciais que um candidato deve ter e qual a postura ideal que o eleitor deve adotar durante a escolha e caso eleito, durante a gestão do candidato escolhido. É um teste publicado pela Veja em outubro de 2002. Foi produzido tendo em vista as eleições para deputado estadual e federal daquele ano, mas se encaixam perfeitamente nas eleições para vereadores. Com a ajuda do cientista político Bolívar Lamounier, VEJA produziu o teste abaixo. Ele mede o grau de compromisso do eleitor com o vereador em quem votou. 1. Você lembra em quem votou para vereador nas últimas eleições? 2. Sabe dizer se ele foi eleito? 3. Poderia citar dois projetos dos quais ele foi autor na Câmara dos Vereadores? 4. Sabe como seu vereador eleito votou na Câmara de Vereadores sobre questões de saúde, educação, desemprego e violência? 5. Você acompanha pela imprensa os assuntos que dizem respeito ao caráter e desempenho dos parlamentares em quem já votou? 6. Nunca escolheu candidatos a vereador com base em favores ou serviços prestados por eles diretamente a você ou a algum parente. Concorda com a afirmação? 7. Além de honestidade e capacidade de trabalho, você saberia citar quatro outras qualidades do candidato a vereador em quem votou? 8. Nunca votou em alguém cujas promessas desconhece apenas para atender à indicação de um amigo ou parente. Concorda com a afirmação? 9. A escolha de seu candidato levou em consideração o partido a que ele pertence? 10. Se o vereador em quem votou na última eleição é candidato nesta eleição, você saberia apontar três razões pelas quais decidiu votar nele de novo ou negar-lhe seu voto? Confira sua pontuação. Cada resposta afirmativa vale um ponto. Respostas: 9月27日 Voto Nulo e Voto BrancoEste é o segundo post sobre o processo eleitoral e fala sobre a confusão entre voto nulo e voto em branco. Impressionante como 11 anos depois de uma lei ser sancionada, continua a circular na internet informações erradas sobre o voto nulo e o voto em branco. Como o assunto continua sendo motivo de confusão, segue minha contribuição para acabar com a desinformação que é cada vez mais comum na web. O e-mail mais famoso fala sobre a possibilidade de se anular uma eleição através do voto nulo. Algo como um boicote do eleitorado brasileiro. A idéia é simples: se nenhum candidato agrada, quanto mais eleitores anularem seu voto, mais chances há da eleição ser anulada. A mensagem também sugere que o voto nulo é desencorajado, uma vez que o terminal aponta o número digitado como incorreto. O segundo erro do e-mail é sobre o voto em branco, que seria o mesmo que "tanto faz". Ele afirma que neste caso seu voto seria computado para o candidato com maior votação. Isto não seria justo pois, dependendo do número de votos em branco, o candidato poderia se eleger já no primeiro turno, escapando assim do segundo turno. Estas informações estão ERRADAS. O e-mail é um HOAX (embuste, pulha, mentira, lenda, folclore, etc) Esclarecer esse tipo de dúvida é muito simples. Basta visitar o site do Tribunal Superior Eleitoral - TSE. Lá encontramos a LEI Nº 9.504, que nos seus artigos dois e três deixa claro:
Para o pleito de 2008, o TSE divulgou a RESOLUÇÃO 22.712 que reafirma as mesmas condições:
Para resumir, desde 1997, esses dois tipos de votos continuam com o seu conceito preservado, mas só servem para avaliar o interesse dos eleitores no processo eleitoral. Voto nulo - é digitado um número que não existe. O voto nulo se dá quando o eleitor digita na urna eletrônica um número que não seja correspondente a nenhum candidato ou partido político oficialmente registrados. O voto nulo é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação. Voto em branco - nenhum dos candidatos interessa ao eleitor. Já o voto em branco se dá quando o eleitor manifesta sua vontade de não votar em nenhum candidato ou partido político apertando a tecla BRANCO na urna eletrônica. O voto em branco, assim como o voto nulo, é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja, não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação. Antes da Lei 9.504/97, o voto em branco era considerado válido, desde então não é mais. Para mais informações consulte o site do Tribunal Superior Eleitoral - TSE
9月25日 Depoimentos de quem conhece!Outra mensagem que recebi, desta vez endossando a campanha do Omar por aqueles que conhecem seu trabalho e sabem das necessidades da cidade de Curitiba. Posicione o mouse sobre as fotos para saber quem é quem e aproveitem para visitar seu site:
“O Omar Sabbag Filho se distingue pela dedicação ao trabalho e pela incessante busca de uma Curitiba mais justa, mais humana e solidária. Técnico altamente capacitado, profundo conhecedor da cidade e, por este motivo, uma pessoa qualificada para atuar na Câmara Municipal em defesa dos interesses de todos os curitibanos. Inteiramente afinado com a nossa gestão, Omar Sabbag Filho merece todo o apoio à sua eleição como vereador." Beto Richa - Prefeito de Curitiba
"Omar é uma das pessoas mais qualificadas para ocupar uma vaga na Câmara de Vereadores de nossa cidade. Pessoa de formação profissional das melhores, professor da Universidade Federal do Paraná, profundo conhecedor da história de Curitiba, viveu desde pequeno, como eu, a experiência da vida pública com seu pai, prefeito Omar Sabbag, que marcou também com uma gestão técnica e eficiente a história da cidade de Curitiba. É uma pessoa qualificada sob o aspecto profissional, íntegra, ética, defendendo novos valores que se exigem na política e será um privilégio para a cidade de Curitiba ter um vereador como Omar Sabbag Filho." Gustavo Fruet - Deputado Federal PSDB-PR
“Omar Sabbag Filho, é um candidato sério, determinado e competente. A atuação e o apoio constantes à educação e ao programa Comunidade Escola da Prefeitura, que mantém abertas as escolas nos fins de semana com atividades educativas, esportivas e culturais para a população, demonstra o comprometimento do candidato por uma Curitiba ainda melhor. Temos muito a ganhar com ele e com certeza vai fazer a diferença na Câmara”. Eleonora Bonato Fruet - Secretária Municipal de Educação
"Omar é um homem competente, honesto, dedicado e trabalhador. Tem excelentes projetos para Curitiba e é um grande aliado do Prefeito Beto Richa. Com toda certeza o voto em Omar Sabbag Filho é um voto de qualidade" Ney Leprevost - Deputado Estadual PP-PR
"É por ver em Omar Sabbag Filho os mesmos propósitos e por acreditar que é do bom político que nascerá uma nova consciência, que expresso meu apoio e confiança a este homem público de comprovada liderança. Com Omar Sabbag Filho na Câmara Municipal de Curitiba, a população tem um batalhador por melhor qualidade de vida e maior projeção do município no cenário estadual". Bruno Covas, Deputado Estadual PSDB-SP
"Quem conhece a engenharia, vê a cidade de forma diferente. O engenheiro Omar Sabbag Filho tem esta visão com o apoio do IEP - Instituto de Engenharia do Paraná. Luis Carlos Mehl, Presidente do IEP.
"Conheço o Omar Sabbag Filho há muitos anos e essa minha longa convivência só fez fortalecer uma enorme admiração que tenho pelo seu trabalha, pelo seu caráter e pelas suas enormes potencialidades políticas que ele vai agora, testar na Câmara dos Vereadores. Como diz o ditado - a fruta nunca cai longe da árvore - e o Omar teve uma grande figura em casa, que foi seu pai, Dr. Omar Sabbag, um engenheiro muito respeitado, nosso querido Prefeito de Curitiba, um homem de enorme integridade e enorme competência. Omar Sabbag Filho, não só herdou isso do pai, como desenvolveu ele próprio, com seus méritos, uma personalidade muito positiva, muito forte, de muito caráter, de muita integridade e de muito trabalho. Eu acompanhei o trabalho dele no executivo, acompanhei a vida universitária do Omar e tenho absoluta certeza que os eleitores curitibanos, como eu, da minha família e do meu círculo de amigos irão ter uma belíssima representação na Câmara com a presença dele." Belmiro Valverde Jobim Castor - PhD em Administração Pública, Professor da PUC e presidente do Movimento Pró-Paraná "Conheço o Omar há muitos anos e o admiro por sua postura conciliadora, ética e hábil. Além de ter experiência na iniciativa privada é profundo conhecedor dos problemas na área pública. São pessoas com esse perfil que os curitibanos precisam como seu representante na Câmara Municipal. Ele tem no sangue a veia política de seu pai, o ex-prefeito Omar Sabbag e com certeza, seguirá seu legado. Ganharemos todos, Curitiba e nós, elegendo Omar como vereador." Cláudio Slavieiro - Empresário
"Omar Sabbag Filho é um nome que engrandecerá a Câmara Municipal de Curitiba, assim como seu pai Omar Sabbag soube dignificar o cargo de Prefeito com a atuação brilhante para o legado de obras de infra-estrutura na nossa cidade." Abdo Dib Abage - Cônsul da Síria
"Engenheiro Civil, Mestre e Professor do Curso de Engenharia da UFPR, na Cadeira de Saneamento Ambiental, Omar Sabbag Filho foi Pró Reitor e integrou o Conselho de Ensino e Pesquisa e o Conselho Universitário. Toda a sua vida profissional tem concorrido para o respeito que merece em toda a Universidade, dos professores e alunos de todos os cursos, selando publicamente a importância de sua competência profissional e ilibada. Nos muitos cargos e funções que Omar Sabbag Filho desempenhou na Prefeitura Municipal de Curitiba, revelou segurança e persistência. Sua destinação funcional maior tem sido à Engenharia e ao estudo da cidade que aprendeu a amar desde menino, acompanhando o pai, o saudoso Prefeito Omar Sabbag, que deixou um legado e um exemplo de trabalho e honestidade a toda a comunidade e à sua família, que o mantém e preza sobremaneira. De uma consciência social apurada, Omar Sabbag Filho tem prestado seu voluntariado a instituições sociais e culturais comunitárias, colaborando com profundos conhecimentos técnicos e a prática de sua filosofia de vida para assegurar a manutenção dos valores universais maiores, em especial o fortalecimento das famílias e a dedicação ao trabalho. Com uma proposta política coerente e adequada e uma visão administrativa universalista, Omar Sabbag Filho é o candidato que merece o nosso voto! O Vereador que Curitiba merece!" Chloris Casagrande Justen - Presidente do Centro Paranaense Feminino de Cultura do Paraná
Depois fundaram a Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional, sendo Dona Branca a segunda presidente da entidade e grande incentivadora do Laboratório que, depois se tornou o responsável pelo Teste do Pezinho no Paraná, sendo com São Paulo e Rio de Janeiro os primeiros a realizarem no Brasil esse teste tão importante para a prevenção de deficiências. No Paraná mais de três milhões de crianças já foram beneficiadas pelo teste do pezinho. Apoiamos a candidatura do Omar Sabbag Filho por acreditar que podemos contar com ele para ser o vereador que empunhará a bandeira da defesa da Pessoa com Deficiência na Câmara Municipal e junto a Prefeitura de Curitiba.” José Alcides Marton - Presidente da FEPE - Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional
"Em 2002 quando cheguei a Curitiba foi o Professor Omar Sabbag Filho, coordenador do curso de Eng. Civil da UFPR, que me recebeu na cidade e aconselhou. Hoje depois de alguns anos é um prazer poder testemunhar a decência, inteligência e competência do candidato Omar Sabbag Filho e referendar tudo que ele pode e vai fazer de bom por Curitiba." Habbib G Jarrouge - Presidente do Diretório Acadêmico de Engenharia Civil da UFPR "Dentre os muitos pretendentes a Câmara Municipal de Curitiba, alguns poucos se destacam e Omar Sabbag Filho é um deles. Homem sério, profissional competente, dedicado, determinado, engenheiro conhecedor dos problemas de nossa cidade e qualificado para achar as soluções mais adequadas para os mesmos. Sua história profissional o habilita para muito bem nos representar no legislativo municipal, ajudando a legislar e fiscalizar os atos do executivo. Esperamos que os curitibanos reconheçam as virtudes do Omar e o elejam vereador de Curitiba." Marcos Domakoski - Empresário
"O engenheiro Omar Sabbag Filho conhece o passado de Curitiba desde a gestão do seu pai Prefeito Omar Sabbag e como Secretário de Obras. Vive o presente como professor da Universidade Federal do Paraná e assessor do Prefeito Beto Richa. Isso lhe permite ter uma visão do futuro de Curitiba e das aspirações dos curitibanos". Gilberto Piva - Vice-Presidente do CREA PR
"Conheço o Omar há muito tempo, desde os bancos escolares. Desde a infância sempre demonstrou grande capacidade de liderança. As decisões tomadas pelos amigos jamais deixaram de passar por sua avaliação. Sempre foi um grande articulador. Com a razão e a palavra conseguia evitar grandes desgastes, não só para ele como para aqueles que com ele conviviam. É um idealista, determinado e altamente competente naquilo que faz. Por onde passou deixou lembranças de sua capacidade e companheirismo. Este depoimento vem acompanhado pela certeza de que será um dos nomes que ficarão gravados na história da nossa Câmara Municipal, que tanto precisa de gente como ele, e em qualquer lugar por onde passar" Ernesto Esperandio Neto - Engenheiro Civil, Professor e Prefeito da Cidade Universitária da UFPR
9月21日 Voto Vencido?Faz 76 anos que votar no Brasil é obrigatório. Sempre que é ano de eleições fico curioso para saber como tem evoluído a opinião das pessoas sobre o voto obrigatório. Tenho a impressão de que esse assunto é cada vez menos debatido. Ao invés disso, debate-se cada vez mais a péssima qualidade dos candidatos e a impaciência da população com as atitudes dos políticos eleitos.
O que chama a atenção é a preferência nacional em discutir, apontar e ridicularizar os sintomas e evitar a todo custo discutir sobre uma alternativa viável para acabar ou pelo menos diminuir consideravelmente a principal causa desse problema. De uma maneira geral, discute-se política no Brasil como se discute futebol, onde as preferências são exclusivamente subjetivas e passionais. Na hora do voto, escolhemos os candidatos baseados nos mesmos critérios. Depois observamos o resultado e voltamos a criticar o processo como um todo, num circulo vicioso que parece não ter fim. É verdade que o Brasil continua firme em seu processo de redemocratização. Vinte e quatro anos de eleições livres não é nada em termos de democracia, mas a evolução do processo eleitoral precisa continuar. Pensando nisso resolvi publicar uma série de quatro artigos sobre o assunto. O primeiro é sobre a criação do voto obrigatório e sua história recente. O segundo fala sobre a diferença entre voto nulo e o voto em branco. Questão sempre confusa para a maioria das pessoas. O terceiro é um teste sobre o envolvimento do eleitor com o processo eleitoral e o quarto artigo é um exercício de imaginação sobre como seria se o voto não fosse obrigatório. Os artigos foram resgatados de minha base de dados. Nenhum é de 2008, embora sejam todos atuais, visto que nada mudou nos últimos anos. Neste primeiro post transcrevo uma reportagem que saiu na Revista da Folha de setembro de 2004, assinada pelo jornalista Roberto de Oliveira. Traz um breve resumo desde a criação do Código Eleitoral em 1932, a forma que essa questão vem sendo debatida no Congresso e os principais argumentos a favor e contra o voto obrigatório. Traz também a posição de cada partido e a opinião dos diretores das agências de publicidade naquele ano. Interessante observar que em 2004 o presidente da Câmara era o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), envolvido no escândalo do mensalão, e o presidente do Senado era José Sarney (PMDB-AP), hors concur. Se essa reportagem pudesse ser a atualizada para 2008, aposto que as opiniões não seriam muito diferentes. Fica aqui minha colaboração para o pleito de 2008.
Voto vencido Roberto de Oliveira Por que política e governos mudam mas a obrigatoriedade de votar, estabelecida há 72 anos, nunca entra em discussão? Não há dúvida de que os brasileiros e o voto vivem uma relação conturbada. São 72 anos de convivência, interrompidos por 35 anos de abstinência forçada, "cortesia" de dois regimes autoritários, a ditadura Vargas e o período militar. Mas, confirmando o ditado que diz que o que não mata, engorda, as separações litigiosas parecem ter ajudado a garantir a longevidade do casamento. Pena que ele seja movido pela obrigação. O voto se tornou compulsório no Código Eleitoral de 1932, no governo Getúlio Vargas -o mesmo que, cinco anos depois, suspenderia esse direito pela primeira vez. "A obrigatoriedade teve um papel histórico na consolidação da democracia brasileira, mas seria importante o país rediscutir o fim desse ciclo", afirma Adilson Dallari, 63, professor de direito da PUC. Difícil é achar um governo com coragem para mexer no vespeiro. De um lado, os defensores da situação acham que o voto opcional só atrairia o eleitor politizado (leia-se mais rico), transformando o Brasil em uma democracia de elite. Do outro, os militantes do voto facultativo argumentam que o compulsório corrompe a liberdade do cidadão de escolher ou não um candidato -além de fomentar o voto alienado. Qualquer mudança exige a aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), que deve ser apresentada pelo presidente da República, por um terço da Câmara ou do Senado ou por mais da metade das Assembléias Legislativas do país - e aprovada por maioria absoluta. "Eles foram eleitos nesse sistema obrigatório e não têm interesse em arriscar um regime diferente", diz o cientista político Marcus Figueiredo, 62, do Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do RJ). Propostas não faltam: 18 PECs tramitam há anos na Câmara dos Deputados e outras seis no Senado. Mas não há interesse. Até a posição dos partidos diante da obrigatoriedade é difícil apurar: a Revista esperou dez dias para obter a informação das 15 legendas de maior representatividade na Câmara. Algumas só enviaram na última hora, depois de muita cobrança; o Prona nem isso (leia na pág. 14). Fala o presidente da Câmara: "Sou favorável ao voto facultativo", afirma João Paulo Cunha (PT-SP). "Se o voto é um direito constitucional, o ato de votar não pode ser uma obrigação." Parece que seu partido não pensa do mesmo jeito. João Paulo conta que, três meses depois de assumir, criou uma comissão especial para dar parecer sobre a PEC 190/94, que tem melhores condições técnicas e regimentais para prosperar. No Senado, a situação é pior. O presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), é categoricamente favorável à manutenção. "Sou contra o voto facultativo porque o Brasil ainda não está amadurecido politicamente. É preciso praticar mais a democracia, estimular a cultura política. Retirar a obrigatoriedade do voto seria um fator desmobilizador." A ameaça de crescimento das abstenções num eventual regime de voto facultativo é, em tese, o principal obstáculo à mudança. A média histórica de abstenção no Brasil varia de 15% a 20%, segundo o Iuperj. "Com voto facultativo, ela tende a crescer para 25% a 30%, principalmente em eleições municipais", acha Marcus Figueiredo. Nas de governador e presidente, casadas com as de deputados, o índice tenderia a ser menor. "A competição nas eleições estaduais e presidencial chama a atenção do eleitor. A democracia brasileira está numa fase de amadurecimento, em que as abstenções são localizadas e reflexos de cada momento político." Os índices de abstenção, segundo o professor, giram em torno de 8% na região Sul/Sudeste e quase o dobro, 15%, no Norte/Nordeste. "É um problema de conscientização política. Cabe aos partidos trabalhar para que o eleitor vá espontaneamente votar", diz José Afonso da Silva, 79, ex-secretário da Segurança do governo Covas professor de direito constitucional da USP. Numa época em que o marketing político virou item prioritário, a Revista convidou cinco agências para uma campanha eleitoral às avessas, sem verba nem candidato. Nas próximas páginas, a idéia é defender o direito, não a obrigação.
A vontade da maioria Luiz Piauhylino Filho* A palavra voto vem do latim "voluntas" e quer dizer vontade. Isso é o que o cidadão deve expressar quando deposita nas urnas o seu voto, optando por um dos candidatos na disputa eleitoral. Mas a meta do voto consciente ainda precisa passar pelo sufrágio compulsório, que possui a função educativa de exercitar a cidadania dentro de uma sociedade que, historicamente, sempre alijou a maior parte da população da participação política. O voto compulsório, portanto, faz valer a vontade da maioria. Os defensores da mudança alegam que a norma impositiva está defasada e é incoerente em uma democracia consolidada, como a brasileira. Com freqüência citam o modelo dos Estados Unidos, onde o voto é facultativo, esquecendo-se de enfatizar que a democracia americana convive hoje com taxas de abstenção altíssimas, superiores a 50%.
Luiz Piauhylino Filho , 35, é advogado, presidente da Comissão de Acompanhamento Legislativo da OAB-SP.
Agências de Publicidade
Fonte Revista da Folha 9月12日 Omar Sabbag FilhoNão costumo participar na divulgação de campanhas políticas, mas esta é especial. É de alguém que conheço e que considero que fará um excelente trabalho em Curitiba, PR. Como estou em órbita estacionária, só me resta transcrever o e-mail que recebi para aqueles que habitam a Urbi e exercerão o direito inalienável (embora quase sempre alienado) de votar nas eleições de 2008. A mensagem abaixo me fez refletir novamente sobre o que é essa tal maturidade política e como podemos, de fato, fazer a diferença em uma sociedade que parece caminhar cada vez mais para o caos e a desorganização. Como disse em um post anterior sempre haverá aqueles que buscarão seguir a ética e a retidão na administração dos interesses públicos. Boa sorte para ele. Que sua mensagem seja ouvida e sua campanha receba o apoio merecido. Segue o e-mail.
7月19日 Who Is Playing Games?
Outro cartoon que, embora seja de maio de 2006, é incrivelmente atual e demonstra o esforço que a Doutrina Bush vem fazendo há anos para provocar um conflito que ninguém quer. Diz respeito ao comentário feito pela secretária de Estado Condoleezza Rice sobre o convite feito pelas autoridades iranianas para que a comunidade internacional inspecionasse suas instalações nucleares. Ela rejeita o convite, dizendo que os iranianos estão "jogando" com a diplomacia internacional. O cartunista comenta: "De fato, os iranianos estão jogando, mas um jogo que os americanos começaram." E completa: "O jogo consiste em estabelecer a base para uma guerra através do Conselho de Segurança da ONU, que é simpático às ditaduras e hostil aos EUA." No lado americano do tabuleiro - cenário dessa crise - está escrito "saber-rattling" que significa, grosso modo, preparação para a guerra, a que os iranianos respondem com um "claptrap" que é um argumento non-sense dito com o objetivo de ganhar simpatia. Pois é, mais um exemplo do uso coordenado da propaganda como instrumento de manipulação da opinião pública para apoiar uma guerra que serve a quem mesmo? Via Cox & Forkum 7月11日 Guerra Fria - Versão XXI
No meu imaginário esta é a imagem de uma guerra nuclear. Vários mísseis sendo lançados ao mesmo tempo em diferentes partes do mundo! Aterrorizante, não? Pois esse foi o teste com mísseis feito pelo Irã no dia 10 de julho. Para piorar, ficamos sabendo que uma das fotos foi alterada digitalmente, possivelmente para encobrir um dos mísseis que teria falhado no lançamento. De acordo com o Estadão: "Uma das imagens dos testes de mísseis do Irã realizados na quarta-feira, 9, distribuída pela agência France Presse foi alterada, segundo aponta o blog do jornal americano The New York Times. A fotografia que apresenta quatro mísseis lançados no deserto do Golfo Pérsico teve um dos projéteis incluídos digitalmente." Veja abaixo a montagem e a foto original.
A montagem da foto iraniana. A foto verdadeira com o míssil que falhou. Embora seja um evidente exemplo de manipulação de informações na nova guerra fria que vivemos, é importante destacar que, um míssil a mais ou a menos na foto, não diminui de forma alguma a real ameaça de retaliação a um suposto ataque israelense. Míssil Shahab-3 é ameaça real para Israel Além dos mísseis de meio alcance Fateh (conquistador) e Zelzal (terremoto), mostrados nas fotos acima, os iranianos vêm testando desde 2006, o míssil Shahab-3 que tem um alcance de 2 mil quilómetros e pode levar até uma tonelada de explosivos, ou ogivas nucleares, ou ainda armas químicas de destruição em massa. Para quem gosta de detalhes sórdidos, também de acordo com o Estadão: "O Irã mantém em desenvolvimento os modelos Shahab- 4 e Shahab-5, em fase experimental. O primeiro cobriria até 3,5 mil quilômetros. O segundo, ainda um protótipo, terá alcance intercontinental, para chegar a alguns pontos dos Estados Unidos e da Europa. O analista John Miller, do Foreing Political Center, de Washington, acredita que esse míssil "será uma ameaça consistente a partir de 2013". O receio das potências ocidentais e de Israel é que o arsenal estratégico em formação venha a ser equipado com explosivos nucleares ou cargas químicas de alto poder letal." Aliás, o artigo todo dá uma dimensão bem objetiva dos números envolvidos num possível conflito. Mais uma chatice na peculiar dinâmica dos habitantes desse planeta diante de sua evolução. Impressionante! 7月10日 Político É Tudo Ladrão!
Assunto difícil de comentar quando desejamos ir além do senso-comum, da generalização e da simplificação, para compreender a conduta do político brasileiro. Mais difícil ainda de comentar na semana em que um grande banqueiro, um prefeito paulista e um mega investidor da bolsa vão parar na cadeia - mesmo que seja por pouco tempo. Deixando de lado, para o propósito deste post, a questão ética que envolve a prática desses crimes, existe uma particularidade que sempre me incomodou muito sobre o tema. A facilidade que a população, induzida pela mídia-espetáculo, tem em julgar, condenar e generalizar denúncias sobre os supostos crimes de corrupção, quase sempre noticiados antes mesmo que qualquer providência jurídica seja tomada. No universo do pré-julgamento as esferas públicas têm seu lugar previamente definido. O executivo lidera a preferência como o mais corrupto (quase sempre na figura do presidente, "seja ele quem for"), seguido pelo legislativo (sempre "conivente e cúmplice" das ações do primeiro) e por último, o judiciário (que, em sua decisão suprema, daria o respaldo legal para essas ações). Essa maneira peculiar e superficial de analisar a política é responsável por pérolas do senso-comum como a famosa "Político é tudo ladrão", ou então "O poder corrompe o homem", ou pior "Hay gobierno? Soy contra" e outras que, por desinteresse, insisto em esquecer. Se alguém, convicto de sua capacidade em promover mudanças, se propõe a participar do processo político é logo anestesiado por outra pérola: "Desista, uma andorinha só não faz verão". Caso eleito, se demonstra eficiência através da execução de obras, invariavelmente cai na famosa: "Esse rouba, mas faz". Várias coisas incomodam nessas afirmações. A primeira é que a crítica, em última instância retorna à própria população, uma vez que os eleitos estão no governo por indicação popular. Voto direto. Uma prerrogativa da democracia que o brasileiro insiste em vincular a um improvável paternalismo do governo e ao benefício pessoal acima do bem-comum, seja na cadeira de rodas seja para pedir um emprego. Curioso. O brasileiro coloca os políticos na mesma categoria da mãe do juiz de futebol, mas na hora da eleição exerce sua cidadania como se estivesse escolhendo o artista da novela das oito. O que, às vezes, chega a ocorrer de fato. Em segundo lugar, se a crítica estivesse correta, teríamos retrocesso e não progresso. Se político fosse “tudo ladrão”, hoje estaríamos vivendo numa guerra civil e não em um país cujo Estado Democrático de Direito jamais foi tão respeitado. Instituições como o Ministério Público, a Polícia Federal e a Receita Federal estão aí para fazer valer as determinações legais decididas pelos nobres políticos escolhidos por nós mesmos. Terceiro, toda generalização é burra (inclusive esta). Nem todo político é ladrão. Entre os oportunistas, os exibicionistas e os que desejam o poder pelo poder, sempre haverá aqueles que levantarão as suspeitas, que vetarão emendas e que esvaziarão as sessões da câmara para impedir que determinado assunto seja aprovado à revelia do bem-comum. Para esse caso temos outra pérola do imaginário popular: “Todo homem tem seu preço”. Talvez. Talvez seja uma questão de tempo para que o indivíduo se corrompa. Talvez a orientação político-partidária assumida por ele o obrigue a fazer escolhas que vão contra suas convicções, porque a corrupção também pode ser ideológica. Mas, caso as hipóteses acima se confirmem, apenas servirão como prova de que era uma questão de tempo para aquele político assumisse sua verdadeira face. Ele jamais fez parte do grupo dos políticos que não são ladrões. Quarto é a crítica vazia, que não aponta solução e limita a qualidade intelectual do assunto a uma conversa de botequim. Como argumentar com alguém que acredita que “político é tudo ladrão”?
Sexto, o desinteresse em observar que em outras sociedades, onde a democracia está mais amadurecida, a corrupção é exemplarmente punida. Ela continua existindo, mas quando é descoberta é severamente punida. Como foi que esses países alcançaram esse amadurecimento democrático? Com certeza não foi acreditando que “político é tudo ladrão”. Por último, esse derrotismo na maneira de se ver no mundo, que só pode ser fruto de uma imensa baixa auto-estima. É o famoso “Não posso fazer nada” afinal sou apenas “uma andorinha só que não faz verão”, mas “Deus há de castigá-los”. Assim o processo se prolonga indefinidamente gerando mais corrupção, pobreza e atraso social. Por um instante cheguei a pensar que essa crítica generalizada fosse fruto de um paradoxo. Como grande parte da população depende diretamente do populismo do governo para sobreviver e essa dependência gera uma vida de subsistência miserável, limitam-se a criticá-lo, embora sem abrir mão dos benefícios que essa relação de dependência garante. Mas esse raciocínio é superficial demais e carece de uma compreensão mais profunda do papel do estado na sociedade moderna. Então me deparei com esse artigo em que o autor sugere que a origem desse comportamento é muito mais individual do que coletiva e ainda propõe um caminho a ser seguido para que se possa amadurecer como indivíduo e assim transformar-se efetivamente em cidadão. Boa leitura.
2月4日 Deus ex machina "Imagine a world in which generations of human beings come to believe that certain films were made by God or that specific software was coded by him. Imagine a future in which millions of our descendants murder each other over rival interpretations of Star Wars or Windows 98. Could anything -- anything -- be more ridiculous? And yet, this would be no more ridiculous than the world we are living in." Sam Harris, (1967- )"Imagine um mundo no qual os seres humanos acreditassem que certos filmes tivessem sido feitos por Deus ou que um software específico tivesse sido escrito por ele. Imagine um futuro em que milhões de descendentes se matassem em função das diferentes interpretações dadas à saga "Guerra nas Estrelas" ou então ao "Windows 98". Poderia haver algo mais ridículo? Ainda assim, isso não seria mais ridículo que o mundo no qual vivemos atualmente." Estava repassando meus e-mails do dia, quando li a "Quote of the Day" que recebo junto com a Wordsmith Newsletter. Achei a analogia apresentada tão espirituosa (trocadilho) que não pude deixar de registrar aqui no blog. Fui atrás da biografia de Sam Harris. Ele é formado em Filosofia pela Stanford University, e estudou as tradições religiosas orientais e ocidentais, bem como uma variedade de disciplinas de contemplação por vinte anos. Também está completando um doutorado em neurociência. Em 2005 lançou o "The End Of Faith - Religion, Terror and the Future of Reason" (O Fim Da Fé - Religião, Terror e o futuro da Razão), do qual extraí outra analogia igualmente interessante. Não li o livro, mas parece ser uma boa idéia. It should be terrifying to us because many of these beliefs are not just quaint and curious, like beliefs in Elvis. These are beliefs about the end of history, about the utility of trying to create a sustainable civilization for ourselves — specifically, beliefs in eschatology. These are maladaptive. For instance, if a mushroom cloud replaced the city of New York tomorrow morning, something like half the American people would see a silver lining in that cloud because it would presage to them that the end of days are upon us." Não é fácil... 2月3日 Ameaças ao Irã Alguns parágrafos do editorial do The New York Times de quinta passada, 1º Fevereiro, mostram bem a reflexão que está sendo feita pelos americanos, quanto à condução de sua política externa.Editorial - Bullying Iran The New York Times - February 1, 2007
Given America’s bitter experience in Iraq, one would think that President Bush could finally figure out that threats and brute force aren’t a substitute for a reasoned strategy. But Mr. Bush is at it again, this time trying to bully Iran into stopping its meddling inside Iraq.
We have no doubt about Iran’s malign intent, just as we have no doubt that Mr. Bush’s serial failures in Iraq have made it far easier for Tehran to sow chaos there and spread its influence in the wider region. But more threats and posturing are unlikely to get Iran to back down. If Mr. Bush isn’t careful, he could end up talking himself into another disastrous war, and if Congress is not clear in opposing him this time, he could drag the country along. Mr. Bush’s bullying may play well to his ever shrinking base. But his disastrous war in Iraq has done so much damage to America’s credibility — and so strained its resources— that it no longer frightens America’s enemies. The only ones really frightened are Americans and America’s friends.
Pois é... O tempo que vai da compreensão das consequências de seus atos até uma resposta satisfatória, é longo, muito longo. 1月31日 Eleição para Câmara dos DeputadosQuem você prefere ver eleito presidente da Câmara dos Deputados? Aldo Rebelo Arlindo Chinaglia Gustavo Fruet Total: 4925 votos (em 30/01/07) Observando a enquête do Terra dessa semana, concluí que, se os congressistas representam os anseios do povo, é claro que o Gustavo Fruet ganha. Mas como a vitória é improvável, deduzo que os congressistas não representem mais os anseios do povo. Mas não é o povo que elege seus deputados? Na pior das hipóteses, é uma boa oportunidade para Gustavo Fruet se destacar no Congresso Nacional. Suas ações na CPI do mensalão foram lúcidas e contundentes. Gostei. Vamos ver como fica na figura de presidente da Câmara do Deputados. Se fosse eu, não concorreria. Quatro anos de governo do PT pressionando rapidez nas votações, o PSDB se opondo sistematicamente e os históricos lobbies nordestinos vão desgastá-lo demais diante da opinião pública. Em minha opinião ele deveria continuar deputado e preparar-se para a disputa ao governo do Paraná. Vida longa à ele, que representa um Congresso Nacional moderno e ético. Quanto à pesquisa, o mais importante é saber que, se os eleitores pudessem, eles já teriam eleito o Gustavo Fruet. Ryszard Kapuściński Ryszard Kapuściński (1932 - 2007)Morreu aos 75 anos, em Varsóvia, o escritor e jornalista polonês Ryszard Kapuściński, autor de Minhas Viagens com Heródoto, lançado este mês no Brasil. Como correspondente, Kapuscinski cobriu diversos conflitos e revoluções nas Américas, Ásia, África e Europa. Lançou Ébano - Minha Vida na África (Companhia das Letras, 2002) e O Imperador (Companhia das Letras, 2005). Possui também um livro, já esgotado, sobre o colapso da União Soviética, Imperium.
Ryszard Kapuściński tornou-se também, uma das mais importantes referências no jornalismo de guerra. Não li nenhum dos seus livros, mas li o texto abaixo e gostei muito. Separei alguns trechos de seu discurso de agradecimento pelo Prêmio Grinzane Cavour, recebido em 2003. Compartilho a idéia de que enquanto o ocidente achar que é parâmetro predominante de cultura, continuaremos indefinidamente em guerra. Deve ser interessante saber a opinião de quem estava lá para registrar, com estilo, esses conflitos. A lição é invariavelmente, tolerância.
"And herein lies the world's great contradiction, the contradiction between its actual, objectively existing diversity and the stubborn desire of the human mind to substitute it with a vision of a unified, indisputably homogeneous world. How many conflicts - including the bloodiest ones - have had their roots in this irreconcilable contradiction!" "Namely, through this five hundred years our planet has been dominated by European culture, whose models, measures and symbols have been the universal criterion for everyone. Europe ruled the world not only politically and economically; its culture was also the reference point and the measure of valuation for all the other cultures." "In the Belgian Congo the colonial authorities created a category, the so-called évolué, comprising those who had left the state of tribal "savageness" behind but did not yet deserve to be called Europeanized people." "The 20th century was not only a century of totalitarian systems and wars. It was also the century of decolonization, of a great liberation. Three quarters of the residents of our planet freed themselves from colonial subjugation and - at least formally - became fully entitled citizens of the world. There never had been such an event in all history, and never will be again." "Europe so far has not been able to find new forms of being present there and coexisting with these civilizations. But its place has not remained empty. Many vibrant and striving local cultures, native cultures, are flourishing there already." "The first time I met them was several decades ago, when they had hardly begun to emerge from centuries of dependence. What struck me about them now? What most caught my attention? It was this: their attitude now was characterized by dignity, pride in their culture and faith, in belonging to their own separate civilization." "Why, then, hasn't the West noticed it? Because the West, instead of taking an interest in what was going on in the world it dominated for five hundred years, has yielded to the temptations of consumerism, and in order to taste it to the full it has fenced off and shut itself in, becoming indifferent to everything that lies outside its borders." "The West, writes Rufin, wants to separate itself from the "barbarians", to fence itself off like Rome with a sealed limes barrier, or with an impassible apartheid boundary, forgetting that today those "barbarians" constitute more than 80% of humanity!" "This new planetary cultural environment can prove inspiring, beneficial and fertile for Europe. Because the encounter of cultures and civilizations does not have to lead to a clash. It can - as Marcel Mauss, Bronislaw Malinowski or Margaret Mead proved - be a field for exchange, welcome contact, enrichment. Georg Simmel even believed that the fundamental process in the life of human societies is the emergence of values in a spirit of exchange. Exchange presupposes a friendly climate of mutual agreement, understanding, compromise." "We stand before an alternative. Either an all-people's civilization will arise which will not only save everything worth saving from the national civilizations but will lead humanity to a level exceeding the boldest dreams of the utopians, or else the national civilizations will desintegrate, that is, although the world of culture will not be destroyed, its greatest systems, its worthiest models, will lose all vital meaning..." Florian Znaniecki Isso sim é que é desafio! 1月13日 Não Choro Por TiMaría Estela Martínez, ex-presidente argentina e viúva do líder populista Juan Perón. Isabelita Perón, como ficou conhecida, foi detida nesta sexta feira pela polícia espanhola em sua casa, em um rico subúrbio de Madrid, onde vive exilada desde 1981. A detenção foi acatada pelas autoridades espanholas depois do envio, por meio da Interpol, de uma ordem de prisão expedida por um juiz argentino. A ordem de detenção se baseia na assinatura de três decretos presidenciais de 1975 que permitiram às Forças Armadas argentinas aniquilar "elementos subversivos". Via Estadão Já vimos essa cena antes. Processos paquidérmicos que levam 30 anos para expedir uma ordem de prisão são tão ineficazes que, além da burocracia e do gasto público, só conseguem produzir imagens bizarras como essa. Uma elegante senhora sendo "conduzida" pela polícia espanhola, preocupada em garantir sua dignidade. Pelo que se sabe do seu governo, José López Rega - el Brujo - e a sua Alianza Anticomunista Argentina não eram tão corteses com seus acusados. Acabará em pizza como Pinochet? Espera-se que não, mas com certeza seus advogados já possuem uma lista de várias enfermidades que a impedirão de viajar para ser julgada na Argentina. 10月17日 O PT nas capas da VejaASCENSÃO E QUEDA DE UM PARTIDO
(visto pelo outro partido)
A Vitória
Início Festivo
As Denúncias
A Decepção
Os Crimes
As Provas
A Imagem
A Pergunta
8月4日 10 Questões Sobre o Oriente Médio![]() Número de mortos é o detalhe do detalhe. A imprensa também é uma arma na guerra. Embora cruéis, não acho que essas questões pontuais, discutidas com a riqueza de detalhes e no calor das objeções de cada um, traga alguma espécie de ajuda para a compreensão do problema. Na verdade, todos os blogs estão fazendo mais ou menos a mesma coisa: o editor lança um post qualquer sobre o conflito e logo aparecem os radicais, extremistas, fundamentalistas (de ambos os lados) ou até psicopatas para xingarem-se. Tomei a liberdade de listar 10 perguntas e gostaria de ouvir a opinião dos comentaristas sobre algumas dúvidas que não consegui resolver e que não estão respondidas em livros. Tratam da estratégia global que está sendo adotada no Oriente Médio. Contexto De forma resumida, considero como marco zero desse conflito específico, a independência do Líbano, em 1943 e a desocupação francesa em 1946. Dois anos antes da criação de Israel. Em 1948, com a criação de Israel, 10 mil palestinos que viviam na região recém transformada em Israel, refugiaram-se no sul do Líbano. Em 1975, esse contingente era de 300 mil palestinos. Em 1976, a Síria enviou 40 mil soldados para o sul do Líbano para evitar que a milícia maronita fosse derrotada pelas forças palestinas. Com o apoio sírio, os maronitas expulsaram os palestinos de Beirute, forçando-os a se concentrar no sul do país. 10 Questões 1. A informação que tenho é que durante os anos seguintes, a Síria “mudou sua posição e se aliou aos palestinos”, enquanto Israel aliou-se aos maronitas. Pergunto: se isso procede, que ganho os sírios tiveram em apoiar os palestinos, se apoiar os maronitas poderia muito bem atender seus objetivos “maiores”? Afinal, o governo sírio é xiita ou maronita? A opção síria pelo lado dos palestinos acabou transformando-os em uma espécie de colchão amortecedor do conflito? O Líbano “preencheu” o sul do seu país com palestinos para que eles levassem bomba dos israelenses e vice-versa? 2. Um ano antes desse conflito, um governo soberano e anti-síria começou a se manifestar entre a população libanesa. Em seguida, o primeiro ministro anti-síria foi assassinado. Meses depois outro deputado anti-síria, foi pelos ares com um carro bomba. Graças a essa interferência “grosseira”, as tropas sírias desocuparam o Líbano em 2005, deixando o sul do país a mercê do Hezbollah, que financiado pelo Irã, já havia se mesclado à “malha social” dos palestinos, criando escolas, hospitais e prestando ajuda humanitária à população. Tem bancada no parlamento e ministros no governo. Pergunto: Por que o governo do Líbano permitiu/desprezou/ignorou/submeteu-se ao Hezbollah? Qual o interesse do Líbano em manter o Hezbollah por lá? O Líbano está vendido ao Irã? 3. Somado a isso temos a resolução da ONU 1559 que “obriga” o Líbano a assumir o controle territorial - com seu precário exército - e absorver o braço armado do Hezbollah. Pergunto: Como obrigar uma milícia xiita a se integrar a um exército que responde a um parlamento maronita/sunita/xiita? Isso sem um exército? 4 Essa “resolução” da ONU simplesmente deixou a fronteira do Líbano com Israel, entregue ao Hezbollah!
5. Tem também a leitura paranóica de que a saída dos sírios e a resolução da ONU, foram armados pelos EUA, para criar uma linha de confronto direto com o principal fornecedor do Hezbollah: o Irã. Daí não é uma guerra entre Israel e um “grupelho terrorista” (como chama o PD), mas sim um corredor onde EUA e Irã, iniciam uma batalha que pode ser longa e muito mais perigosa para a economia mundial. O início da invasão do Irã, por exemplo. Sem a compreensão dessas respostas, fica parecendo que Israel não mordeu a isca do Hezbollah, mas sim dos EUA. 6. Se fosse uma charge teríamos um gigante (EUA), segurando uma fera (Israel) contra um gigante (Irã/Síria) segurando umas vinte hienas que adoram carnificina, cada uma representando uma facção fundamentalista islâmica. Nesse contexto hipotético, Israel e Líbano são meros atores de um conflito muito mais complexo. 7. Por que países da Europa, Rússia e China não se manifestam formalmente, mas apenas através de resoluções da ONU? A Europa apóia a “Incursão imperialista”? 8. Considerando que a contrapartida seja o desarmamento do Hezbollah, por que diabos, Israel não desocupa as Fazendas de Shebaa? 9. Nem entrega os mapas das minas plantados no sul do Líbano? 10. Nem desocupa as Colinas de Golan? Como todas as outras milícias libanesas (cristãs, drusas, palestinas, sunitas e xiitas) fizeram ao fim da guerra civil, o Hezbollah também entregaria as armas. Não entregou por conta dessas áreas! Hezbollah desarmado vira serviço humanitário. Por fim, qual caminho escolher: a “boa-fé” da ingênua ONU, a “boa-fé” da paranóia imperialista ou a ONU também quer a ocidentalização do oriente? 7月31日 Sunday Bloody Sunday7月30日 Auto-engano
Cada uma que eu leio... O blog do Estadão apenas reproduziu o texto e deixou aberto para comentários. Ironias a parte, o correspondente em Beirute não citou o nome do diplomata, nem forneceu algum link que legitimasse e detalhasse a notícia, o espaço para comentários rapidamente se transformou em um campo de batalha. Nesses casos, sempre me abstenho de comentar. Por lá, não aqui.
O povo libanês, ao invés de agradecer Israel pela demonstração de brutalidade, como sugere o post, deveria obrigar o governo libanês a assumir o controle territorial de sua fronteira e a dizimar o braço armado do Hezbollah, como propõe a Resolução 1559 da ONU.
O povo libanês está colhendo o que plantou, ao aceitar que o Hezbollah lhes construísse hospitais, escolas e serviços humanitários. Deveria ter cobrado essas ações de seus governantes. O Hezbollah trouxe bem estar ao sul esquecido pelo governo do Líbano, que passou a apoiá-lo. Mas também trouxe a doutrina fundamentalista islâmica e o terrorismo.
Se continuar assim, em breve, o Líbano se transformará em mais uma teocracia, o que será uma pena.
Governo fraco + povo crente = Hezbollah
O povo palestino, da mesma forma, deveria cobrar da sua "Autoridade Palestina" que se formalizasse como um Estado. O que já foi aceito pelo resto do planeta. Não o fizeram até agora porque não poderiam justificar as ações do Hamas.
Governo fraco + povo crente = Hamas
O povo brasileiro, da mesma forma, deveria cobrar de seu governo uma reforma agrária justa e rápida para resolver o assentamento dos seus colonos. O governo não o faz, por ceder ao poderoso lobby de latifundiários no parlamento brasileiro. Esse desprezo pela questão do assentamento é bem parecido com o desprezo do governo libanês com o sul de seu país. Povo sem governo é facilmente doutrinado por militantes, quase sempre radicais.
Governo fraco + povo crente = MST
Quanto a Israel, bem, eles ganham mais território anexado para negociar seus acordos de paz, embora o custo dessa estratégia seja sua reputação ir para o mesmo lugar que está indo a reputação norte-americana, perante a opinião pública mundial. Mas isso não é lá muito importante para eles.
Quanto ao comentário do Robert Fisk “correspondente em Beirute, do site Carta Maior", considero sua afirmação tendenciosa, parcial e também superficial, uma vez que exclui do seu raciocício o fato do povo libanês apoiar as ações do Hezbollah. Exclui também a responsabilidade do Líbano em não cumprir a Resolução da ONU, que afinal, reflete o desejo das "nações unidas" e acaba com o argumento de que o Líbano representa uma ameaça à Israel.
Depois desse episódio, duvido que os israelenses cogitem a possibilidade de devolver territórios ocupados tão cedo. Em outras palavras, mesmo que o Líbano tivesse um exercito constituído, ele não poderia defender seu território de forma legitima, senão enfrentando Israel. Nesse caso, novamente deve prevalecer as resoluções da ONU, só que dessa vez, para Israel.
A descrição do que deve ser feito por lá é óbvia e conhecida por qualquer um que pretenda fazer uma análise isenta do assunto. Ocorre que não existe isenção por lá, pelo contrário, os argumentos que sustentam os motivos de cada lado são religiosos e econômicos. Assim, qualquer tentativa de paz é frustrada. Somem-se a isso décadas de ineficiência dos governos em por fim ao conflito e o que sobra é o ódio étnico e a intolerância de árabes e judeus.
Auto-engano é não fazer a lição de casa. |
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